A apresentação de preços num cardápio pode variar bastante e, dependendo de sua organização, influenciar diretamente numa venda. A forma como você determina e organiza o posicionamento do preço do seu produto num cardápio pode levar o cliente a pensar (ou não) na compra daquele produto.

No Goomer, isso não ocorre de modo diferente. Voltando um pouco mais no processo de criação do cardápio, vimos nas boas práticas gerais e dicas do nosso time de implementação, é interessante que o número de produtos no cardápio não seja muito grande. Queremos um cardápio com variedades, porém, que seja enxuto e melhor apresentável.

Para garantir esses pontos, a forma de se configurar preços no Goomer pode ser muito bem utilizada! Aqui, temos as funcionalidades PREÇO SIMPLES e PREÇO PERSONALIZADO. Ok, elas existem. Mas a pergunta a ser respondida é: Quando usar uma ou outra?

QUANDO USAR PREÇO SIMPLES

O preço simples deve ser usado para criar produtos que, em sua maior parte, não podem ser agrupados entre sí e possibilitam um fluxo melhor de pedido quando sozinhos. Por exemplo, um grelhado acompanhado de duas guarnições, onde o preço base corresponde ao grelhado (com um único código vinculado) e as guarnições se apresentam como observações deste produto. 

Outra explicação possível seria para produtos que possuem tamanho único ou que não tem variedade, sendo excluso aqui lanches, os quais devemos tratar com maior cuidado ao usar recursos de agrupamento.

Deve-se usar o preço simples em casos onde existe algum tipo de contrato com fornecedor. Por exemplo, em casos onde o restaurante tenha contrato para venda de uma cerveja, na qual essa deve ter um espaço garantido no cardápio.

QUANDO USAR PREÇO PERSONALIZADO

O preço personalizado é um recurso poderoso. Sua principal utilização vem na divisão da tamanhos de produtos, como porções – inteira e meia. Porém, como ferramenta de agrupamento, pode se tornar MUITO MAIS PODEROSO e auxiliar na manutenção de um cardápio enxuto e bem trabalhado.

  • Utilizando em tamanhos: Imagine que uma frutaria vende tigelas de açaí, das quais existem 3 tamanhos (300 ml, 500 ml e 750 ml). Ao invés de criar 3 produtos com preço simples, sendo cada um direcionado a um tamanho, pode-se criar o produto “Taça de açaí” e utilizando o preço personalizado, criar um passo anterior, onde após selecionar o produto, o cliente escolhe o tamanho.
  • Utilizando em sabores: Imagine outro cenário, onde existem iogurtes de 8 sabores em 3 tamanhos diferentes. Nesse caso, operamos da seguinte forma. Criamos o Grupo “Iogurtes” com uma descrição despojada e informando os tamanhos. Os produtos que serão apresentados serão “Iogurte tamanho 1”, “Iogurte tamanho 2” e “Iogurte tamanho 3”. O preço personalizado vem nos sabores. Veja que otimizamos mais ainda, ao invés de oito produtos, reduzimos a três, identificando que a base principal aqui era o tamanho.
  • Utilizando em Caipirinhas: Esse pode ser um uso bem prático do preço personalizado. Caso você não tenha variação de valores de acordo com o sabor da Caipirinhas, podemos proceder da seguinte forma, criar um único produto “Caipirinhas” num grupo de drinks e descrevê-lo dando a possibilidade do cliente escolher a base de bebida utilizada. Assim, o preço irá variar de acordo com a bebida utilizada na mistura (cachaça, vodka, sakê etc.) e os sabores poderão ser colocados como observações. Caso você trabalhe com vários tipos de caipira, essa pode ser uma boa jogada!

Quando se trata de preços, essas são algumas das melhores dicas que temos para organizar produtos. Caso tenha dúvida sobre outras aplicações, nos chame! Ficaremos felizes em te ajudar!

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